terça-feira, 7 de maio de 2013

Um Ato de Coragem

Manias sucessivas. Maus costumes sucessivos. Quem nunca pegou-se no instante em que atitudes estranhas partiram da gente, causando estranhamento ou desconforto a outras pessoas. Bom, isso é relativo, pois do mesmo jeito que tem gente que se percebe, tem gente que não está nem aí. Faz o que tem que ser feito de acordo com seus próprios achismos.

Em contrapartida, quem nunca observou algo bom que fizemos, nem que seja jogar o gafanhoto de volta pro mato, na esperança dele voltar ao habitat dele. "Volta pro mato, o asfalto não é teu lugar". E ao beneficiar uma pessoa, então? Que sensação. No entanto, o perigo pode estar aí, camuflado.

Consciência é um estado que define os seres humanos. Um cachorro não tem consciência que pode morrer a qualquer momento, por qualquer circunstância. Já um ser humano tem. Eis o que nos diferencia entre tantos animais que habitam este planetinha. O pequeno detalhe do saber, que também pode significar saber nenhum.

Você tem consciência dos seus atos?



Pior que não ter consciência dos próprios atos é herdar costumes de outras pessoas. No sentido cultural, herdar uma língua, tradições, dons artísticos, entre outros fatores capazes de enriquecer a existência é totalmente válido, mas herdar as experiências vividas por outrem e aplicar na própria vida, não faz sentido algum!

Notar e observar o que se faz diariamente é um exercício que deveria ser dado na escola, no quadro negro, não apenas na escola da vida, que seleciona apenas alguns nos vestibulares da reflexão e da imposição. O problema é que essa seleção é feita através de experiências, nunca por meio de transferência de informação.

A busca é um ato de coragem, que exige respeito à vida. É aí que surge o nascimento do indivíduo, sem manias e costumes copiados. Sem atitudes pré-programadas. É no inesperado, no desconhecido, que a vida acontece, que a experiência surge e um caminho único passa a ser trilhado. Chega de repetições.

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