Uma das coisas que eu mais amo na internet é a capacidade de abranger a diversidade. Em apenas uma hora é possível encontrar o que é de pior e o que há de melhor nos seres humanos, apenas clicando de link em link. E isso é incrível. Cabe a cada um escolher a via a ser percorrida. Na maioria das vezes gosto de escolher o que é transformador, que provoca a reflexão e mudança nas pessoas.
Atualmente estudo mídias digitais como complemento da minha formação acadêmica e tenho aprofundado nas questões que envolvem o online e offline, assuntos que antes não eram ignorados, mas pouco explorados por mim.
Vejo com bons olhos algumas empresas que buscam não apenas criar propagandas de impacto para tornar seus produtos conhecidos juntamente aos consumidores, mas buscam, além disso, propagar valores que são indispensáveis para o convívio social. Em tempos de crise em vários setores no mundo, da ética à economia, vale a pena enaltecer essas atitudes.
Na comunicação, o storytelling vem sendo usado como uma técnica que alia o desejo de mostrar algo a mais, além do óbvio interesse comercial entre consumidor e produto.
Contar histórias é, na verdade, uma prática social muito comum e bastante antiga e esta ferramenta foi absorvida pelo meio corporativo, passando a integrar o leque de opções para promover uma marca. No entanto, promover a marca juntamente com valores parece ser muito mais eficiente.
Ao meu ver, isso é responsabilidade. É mostrar que vale a pena acreditar nas pessoas, nas empresas. É mudar a maneira invasiva e desleal de fazer comércio. É tornar os meios de comunicação mais úteis para a sociedade. É um novo caminho, que está diretamente ligado a um presente mais digno.
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