Caixa! Foi exatamente isso que aconteceu. Ganhou ainda mais popularidade entre os amantes de futebol, marcou golaços ao retornar para o Brasil e aumentou ainda mais o mito: um fenômeno das quatro linhas, um jogador fora de série.
Eis que o fim chegou para ele, entre polêmicas e questionamentos. Saiu de campo, ou melhor, mudou de campo. Empresário e garoto propaganda de sucesso, passou a mostrar desenvoltura também no marketing, seguiu engordando as cifras.
Imprevisível como sempre foi, mudou de campo novamente. Passou para a política ao integrar o Comitê Organizador da Copa. Criou mais polêmicas com declarações. Mas tudo bem, afinal, a propaganda é a alma do negócio e o importante é não sair de cena. Surfou junto com a popularidade, às vezes positiva, às vezes negativa.
E foi aí que Ronaldo se posicionou na banheira, como um centroavante oportunista, que não se importa em fazer gol bonito. O que importa mesmo é bola na rede! E foi nessa toada oportunista que Ronaldo mostrou qual time ele joga (e sempre jogou).
O "Baixinho" sempre foi elegante e oportunista, usou e abusou dos adversários e foi o verdadeiro rei da grande área. Ronaldo também - lembra daquele gol em tempos de Cruzeiro, quando roubou a bola do goleiro dentro da pequena área? Mas Ronaldo aprendeu a usar essa habilidade fora de campo. Diria que com mais versatilidade que o camisa 11, já que transita por vários setores.
Só que ao invés de zagueiros e goleiros, Ronaldo agora resolveu driblar todo mundo, de uma só vez. E juntos ficamos com cara de Amaral depois do elástico.
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| Reprodução/Instagram |
