Como boa parte dos serviços no Brasil, as telecomunicações também são operadas por privatizações. Sendo assim, quem administra estes equipamentos e fornecem acesso às ferramentas de comunicação são empresas privadas (Vivo, Claro, Tim, Oi, entre outras).
O jogo político é apenas um intermediário entre duas esferas: a política e a comercial. No entanto, os donos (mesmo que sob concessão) atuam em benefício da própria empresa. Em tempo: benefício está ligado principalmente ao crescimento e à expansão. Para obter essa condição, lucrar é preciso.
Objetividade: entenda a Neutralidade da Rede
Uma boa discussão foi realizada no Metrópolis, da TV Cultura, apresentado por Adriana Couta. O programa, que foi ao ar dia 16/03, alimentou com bastante clareza a discussão do tema, sobre o que é a internet atualmente e como interfere diretamente no nosso dia-a-dia.
No dia 19/03 pintou uma matéria mais esclarecedora ainda acerca do tema. Com autoria de Felipe Seligman, divulgada pela Agência Pública.
É importante principalmente por dar nome aos bois e lembrar que o assunto não é novo entre os envolvidos na Governança da Internet. Resgatando o histórico da Lei Azeredo, passando por fatos como a Lei Carolina Dieckmann e chegando, finalmente, à pauta casuística do Congresso, conseguimos desenhar com mais objetividade os interesses das Teles e quem faz o intermédio entre o Governo e as empresas de capital privado: o PMDB.
A leitura é obrigatória, ainda mais se levarmos em consideração que o Brasil será sede da Conferência Internacional sobre Governança Global da Internet, nos dias 23 e 24 de abril de 2014.
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